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Olá!
Antes de qualquer título ou currículo, tem uma história. E ela começa bem antes do mercado de trabalho.
Prazer, sou a Vânia.
Sempre fui inquieta — e nunca fui de ficar quieta esperando as coisas acontecerem.
Quando criança, inventei uma biblioteca em casa com sistema de troca de livros. Convenci um vizinho a usar o trator dele para limpar o terreno na frente de casa, recrutei meus primos e fizemos uma horta comunitária juntos. Não sabia o nome disso na época. Hoje sei: era pesquisa, co-criação e mobilização de pessoas — só que com 10 anos de idade.
Aos 9 anos, meu pai trouxe o primeiro computador pra casa. Aquilo mudou tudo. Passei horas explorando, tentando entender como tudo funcionava — e fui descobrindo que tinha uma facilidade natural com aquilo. Foi quando percebi que as pessoas ao redor tinham dificuldade com o que pra mim parecia óbvio. Comecei a ajudá-las. Não sabia o nome disso na época. Hoje sei: era usabilidade. Foi ali, sem saber, que começou minha primeira formação.
Aos 17, li Criação sem Pistolão, do Carlos Domingos. Ele sugeria um exercício: sentar em um restaurante e prestar atenção nas conversas das pessoas ao redor. Percebi que já fazia isso há anos — sem saber que tinha nome, sem saber que era método. Era só curiosidade. Sempre foi.
Desde então fui alinhando tudo isso ao trabalho. A inquietude virou pesquisa. A curiosidade virou método. O olhar sobre pessoas virou estratégia. Observar, cruzar dados, trazer tecnologia, olhar mercado e tendências — entender o que as pessoas fazem, sentem e precisam antes mesmo de saberem dizer.
Hoje sou Product Researcher Specialist com foco em Consumer Insights e Foresight. Mas no fundo, continuo sendo aquela criança inquieta que quer entender como o mundo funciona — e contribuir para que ele funcione melhor. Essa mesma inquietude me empurrou a ir além: foi ela que trouxe IA, Foresight e Automação para o meu trabalho — não como tendência, mas como resposta a uma pergunta que eu já carregava: como posso contribuir de verdade para as decisões que moldam o negócio?
Não são buzzwords no meu currículo. São coisas que persigo porque acredito que pesquisa bem feita muda decisões. E quero ser referência nisso: não pelo que entrego sozinha, mas pelo que construo junto com as pessoas ao redor.
Por onde passo, quero contribuir. Aprendo tanto quanto ensino — e é essa troca que faz o trabalho ter sentido.
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